MARIA CRISTINA GARAY ANDRADE & CARMO VASCONCELOS EM TRADUÇÃO

  

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

 

 

 

PERDONAME MADRE MÍA 

(Reconocimiento al Sufrimiento de Nuestra Señora Madre María)

  

Que silenciosa quedó la noche Madre mía 

Todo parece ficción que hasta calló su voz la melodía

Vacía quedo mi vida encerrada en retiro desolado

Llévame ante Dios si merezco el perdón de mi pecado

 

Que paredes frías, que pasillos tan largos 

Los santos se recluyeron a rezar el Santo Rosario

Nadie responde al llamado todo quedo tan callado

En el altar mayor no luce radiante el santuario

La eucaristía Jesús la llevo con Él tristemente al calvario

El templo se quedo en penumbras, silencioso y solitario

 

Perdona Madre mi torpeza si no vi el pan sobre tu mesa 

La felicidad compartida enriquecía el alma mía

No lo percibió mi pobre espíritu sin jerarquía

Tu Hijo sufrió otra espina clavada por mí en su agonía

 

Ya sin palabras quedo mirando tu rostro cubierto de llanto 

No supe valorarlos, ni amarlos, ni cuidarlos  por lo tanto

A tus pies me arrodillo Señora mía,  humilde y arrepentida

Escribiré con mucho amor la poesía para Ti mas sentida

 

Será mi camino ahora guiado por tu enseñanza 

No vestiré de gris para siempre la esperanza

Con el alma penitente a tu amor me aferraré a ultranza

Perdona mi falta de fe, mi arrepentimiento evidencio

Prometiendo purificar mi pecado en definitivo silencio

 

María Cristina Garay Andrade©

Derechos Reservados de Autora

Monte Grande – Buenos Aires – Argentina

Abril 3 de 2010

 

http://mariacristinadesdemissilencios.blogspot.com/ 

http://www.agregarte.com/salas/maria_cristina_garay_andrade_1.php 

http://mariacristinadiccionario.blogspot.com/ 

 

mgaray_andrade_420@yahoo.com.ar

desdemissilencios1@speedy.com.ar

 

 

    

 

PERDOA-ME, MÃE 

(Homenagem ao sofrimento de Nossa Senhora, Maria e Mãe

(Tradução livre de Carmo Vasconcelos)

 

 

Que silenciosa ficou a noite, minha Mãe!

Tudo parece ficção! Até a melodia da sua voz calou também

Vazia, parou a minha vida, em retiro desolado,

Leva-me ante Deus, se mereço o perdão de meu pecado!

 

 

Que paredes frias, que corredores tão longos! 

Os santos recolheram-se a orar o Santo Rosário.

Nada responde ao chamado, tudo ficou calado.

No altar-mor não brilha radiante o santuário,

A eucaristia foi levada por Jesus, tristemente, ao calvário

E o templo se envolveu na penumbra, silencioso e solitário.

 

 Perdoa, Mãe, minha torpeza, se não vi o pão na tua mesa!

A felicidade partilhada enriquecia-me a alma, de certeza

Não o percebeu o meu pobre espírito sem hierarquia, 

E Teu Filho sofreu outro espinho, cravado por mim, na sua agonia.

 

Já sem palavras, fico mirando o teu rosto em pranto.

Não soube valorizá-los, nem amá-los, nem cuidá-los, portanto,

Me arrojo a teus pés, Senhora minha, humilde e arrependida,

E para Ti escreverei, com muito amor, a poesia mais sentida.    

 

 

Meu caminho será agora guiado pelo teu ensinamento, 

Não vestirei para sempre a esperança de cinzento,

E com a alma penitente, me aferrarei ao teu amor, eternamente!

Perdoa a minha falta de fé, confesso o meu arrependimento,

E prometo purificar o meu pecado, em silêncio, definitivamente!

 

 Carmo Vasconcelos 

Lisboa/Portugal

2 de Maio/2010

 

 

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